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065362730.jpg A produtividade do colaborador vista por uma nova ótica

Colaboradores insatisfeitos?

 

Há exatamente um ano, a VOCÊ S/A publicou em sua edição o segredo de pessoas produtivas e como em meio à recessão econômica as empresas precisam da tão famigerada produtividade dos colaboradores. Não podemos desconsiderar o emprenho profissional como um fator decisivo no sucesso da organização. Mas a final, o que faz um funcionário ser produtivo?

Há tantos fatores que respondem a essa questão, que este artigo apenas se inicia a discussão; bem, neste caso o leitor encontrará aqui uma breve reflexão que, caso for bem aceita, poderá ser tema futuros artigos neste site.
Trataremos então de um fator que diz respeito, exclusivamente, ao colaborador: o comprometimento com a carreira. Antes de chegar ao clímax do assunto que desejo abordar com este ponto, preciso explicar três conceitos para causar melhor conexão do leitor à minha intenção narrativa. Trata-se dos conceitos de ocupação, profissão e carreira.

Ocupação é todo o trabalho exercido por um indivíduo, do qual se torna desnecessário o investimento em formação. Desta forma, não há pré-requisito acadêmico para a execução das atividades descritas ao cargo. Podemos pensar, neste caso, em secretárias, vendedores, atendentes, garçons, entre outros.

Ao contrário da ocupação, a profissão se caracteriza por aqueles cargos que necessitam de uma formação específica para exercê-los, são habilitados pelo Ministério da Educação (MEC) e possuem órgãos que regulamentam e fiscalizam o exercício profissional. Psicólogos, contadores, advogados e engenheiros são exemplos de pessoas que possuem profissões.

Tanto aquela pessoa que possui uma ocupação quanto aquela que possui uma profissão, podem seguir uma carreira, visto que esta se caracteriza pelo empenho que o profissional desenvolve para crescer dentro da área que atua.  Desta forma, uma secretária pode entrar em um, dos vários consultórios de uma rede odontológica e começar a desenvolver-se até o ponto de crescimento em que estará se responsabilizando por várias filiais da empresa. Ou um psicólogo pode começar sua carreira com a graduação, que é o mínimo exigido ao exercício profissional, e com o passar dos anos adquirir uma pós-graduação, experiências significativas, mestrado, doutorado...

Com conceitos entendidos, poderei expor minha intenção quando afirmo que o comprometimento com a carreira de uma pessoa pode ser um fator definitivo à sua produtividade na realização de tarefas que a ele for imposta. O que exporei agora talvez pareça óbvio, mas é um fator que várias empresas desconsideram na contratação de pessoal.

Imagine Maria, uma jovem de 26 anos que acaba de se graduar em enfermagem, ela realizou sua escolha profissional de forma consciente e crítica, resultando na certeza de que isso é o que a deixará feliz e realizada pelo resto de sua vida profissional. Maria está passando por dificuldades financeiras, pois não consegue um emprego em sua área. Uma decisão é tomada por ela e resolve se candidatar a uma vaga para vendedora de uma loja perto a sua residência. A princípio, podemos pensar que este emprego poderia resolver todos os problemas de Maria, deixando-a assim, plenamente satisfeita – está precisando da remuneração o emprego é perto de sua casa – porém, quando analisamos com maior criticidade podemos perceber que este emprego não é bom para ela.

Quando Maria começar a trabalhar nesta loja, provavelmente se sentirá infeliz, visto que o sonho que possui de ajudar pessoas através da enfermagem não será efetivado vendendo utilidades na loja que lhe abriu as portas. Com isso, Maria provavelmente não conseguirá entregar seu maior potencial à empresa, assim como faria se estivesse em um emprego que a faça sentir-se realizada.

Agora, analisaremos a situação de Cecília; Cecília é uma jovem que adora estar em meio às pessoas, é comunicativa e simpática e já trabalhou com vendas de diversos produtos. Quando questionada, Cecília descreve o momento de fechamento de vendas com brilho nos olhos e alegria não por conseguir a comissão como resultado de seu empenho, mas sim por conseguir suprir a necessidade do cliente e absorver o contentamento que dele exala; todo este movimento é interessantíssimo a ela.

Cecília é jovem, possui apenas 20 anos, porém, mesmo com toda sua simplicidade e falta de interesse em se graduar ou se especializar em uma profissão, se comparado a Maria, o gestor da loja de conveniência não deveria ter dúvidas em escolhê-la.

Todo este processo é bem mais complicado do que quis que parecesse neste artigo, na vida real podem aparecer diversas “variações de Cecílias” cada uma com sua particularidade, das quais devem ser analisadas e consideradas metodologicamente antes da tomada de decisão. Um profissional de RH tem maior conhecimento, ferramentas e instrumentos com comprovada eficiência para realizar este estudo sistemático de candidatos, conseguindo assim, maior assertividade na escolha da “Cecília perfeita” para a vaga em questão.

A IDHEA Consultoria possui uma equipe especializada no recrutamento e seleção de talentos, que pode auxiliar o gestor na tomada de decisões assertivas ao seu negócio. Você, gestor, já parou para pensar em quanto vale em dinheiro sua hora de serviço? Quando você opta por fazer você mesmo a contratação, o tempo dispensado para esse processo pode ser muito melhor empreendido em outras atividades, das quais você já domina. Além disso, a probabilidade de um profissional da área de RH encontrar o colaborador mais adequado para você é indiscutível.

Neste artigo quis refletir um dos diversos pontos que influenciam no desempenho do trabalhador no serviço que efetua. Nem de longe o classificaria o tema aqui tratado como aquele que necessita de uma análise mais complexa, com o objetivo de auxiliar o colaborador a atingir seu potencial máximo dentro de uma empresa. Talvez tenha aberto uma janela de curiosidade e feito com que o leitor entenda a complexidade de se trabalhar com o capital humano em organizações. Indiscutível é: assim como a renomada revista nacional citada no início deste artigo, vários outros meios de comunicação enfatizam a produtividade como um meio para a aquisição do sucesso empresarial; aqui proponho que você faça um exercício contrário de pensamento, posicionando a produtividade como uma consequência da satisfação do pessoal, do clima organizacional saudável e do envolvimento coletivo.

 

Laressa Rayssa Mourão Nunes

Graduanda em Psicologia, formação Técnica em Administração de Empresas e Informática. Experiência em atendimento ao cliente, vendas de produtos e serviços, Assistente de Gestão de Pessoas e Processo de Recursos Humanos.

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